A flor cheira
A floresta conversa
A noite se esgueira
A lua confessa.
O sol sorrí
A núven chora
A estrela aqui
Somente implora
O raio se irrita
A terra se comove
A natureza se agita
E o trovão se desenvolve
O chão empirista
É um momento q envolve.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O Sol, O Peixe e a Vida !
Se o vento parar de soprar
O mundo para de viver
Se o dia não mais clarear
A vida não terá mais um entardecer.
E se não mais houvesse luar?
Se acabasse o por do sol?
Seria melhor, nossos olhos fechar
Lentamente nos curvar
Como um girassol.
É como um peixe no anzol
Que luta pela vida
Mesmo dentro d'água;
Sentir queimar sua ferida.
Na ênclise do sofrimento
Na mesóclise da vida
A próclise é o epitáfio e o alento
Dura, carente e sofrida.
Se tudo isso foi o início
Agora, chegar-se-á o meio
Ápenas um passo do precipício
Querendo pular, sem receio.
Quando tudo isso tiver fim
Quem mais contará essa história?
Mas calma, ainda não é o fim
Está começando agora.
Prolonguemos o texto e o viver
Dando razão a quem está perto
Apenas um pretexto para morrer
E cessar um futuro incerto.
Deveria ser mais curto o discurso?
Deveria ser mais longa a jornada?
Como um rio que percorre seu curso!
A morte não deve ser nada !
Está extenso? está cansativo?
o texto, ou sua vida ?
Saia desse canto pensativo!
Ela não tem que ser sofrida!
É hora de recomeçar, de redescobrir
Acredita! Confia! Cabeça erguida
É tempo de levantar, deixar de cair
Não morre! Acorde pra vida.
Assinar:
Postagens (Atom)